A Boçalidade não tem cura e não mente.

      Existem muitas coisas que podem nos fazer felizes, muitas, muitas, muitas mesmo, mas a maioria no deixará doentes de boçalidade. Depois de muito refletir entendi que é impossível ser feliz ou boçal sozinho. A inércia, independência e autonomia que muitos sonham pode significar apenas mais uma espera pela morte. A morte é o fim.
        Mas é impossível escapar da morte, e como iremos to
Fig.1 - Exemplar de boçal
dos morrer, todos sem exceção, não importa o quão fantasiosa seja sua religião; ou quanto seu cheque especial permita ser quem você não é, nós vamos todos morrer mesmo.
        Sendo assim, vamos vivendo essa vida. Mas a vida é única, pessoal e intransferível. Não podemos desperdiçá-la com inutilidades, futilidades e mediocridades.
            Desgraçadamente caímos primeiro nas inutilidades, que nossos pais, professores e outros formadores de cidadãos/pessoas/ indivíduos/sujeitos nos ensinam a reproduzir.          Fatalmente essas inutilidades são violentamente aplicadas através da educação ou até mesmo confundidas com a própria educação; que acabam por nos encaminhar para as futilidades, que vão desde pensamentos e atitudes ególatras sobre quem somos, até as porcarias que temos, que nos fazem crer e dizer quem somos, o que absolutamente não somos.

            Lamentavelmente nossa vida, única, pessoal e intransferível, se envereda pelos caminhos mais sombrios da mediocridade. Parafraseando Antonio Júlio Nastácia, se o cidadão/pessoa/indivíduo/sujeito nasce medíocre, cresce medíocre ele impreterivelmente morrerá medíocre. Podemos tentar nos enganar, mas nossa boçalidade não tem cura e não mente.
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A Boçalidade não tem cura e não mente.

      Existem muitas coisas que podem nos fazer felizes, muitas, muitas, muitas mesmo, mas a maioria no deixará doentes de boçalidade. Depois de muito refletir entendi que é impossível ser feliz ou boçal sozinho. A inércia, independência e autonomia que muitos sonham pode significar apenas mais uma espera pela morte. A morte é o fim.
        Mas é impossível escapar da morte, e como iremos to
Fig.1 - Exemplar de boçal
dos morrer, todos sem exceção, não importa o quão fantasiosa seja sua religião; ou quanto seu cheque especial permita ser quem você não é, nós vamos todos morrer mesmo.
        Sendo assim, vamos vivendo essa vida. Mas a vida é única, pessoal e intransferível. Não podemos desperdiçá-la com inutilidades, futilidades e mediocridades.
            Desgraçadamente caímos primeiro nas inutilidades, que nossos pais, professores e outros formadores de cidadãos/pessoas/ indivíduos/sujeitos nos ensinam a reproduzir.          Fatalmente essas inutilidades são violentamente aplicadas através da educação ou até mesmo confundidas com a própria educação; que acabam por nos encaminhar para as futilidades, que vão desde pensamentos e atitudes ególatras sobre quem somos, até as porcarias que temos, que nos fazem crer e dizer quem somos, o que absolutamente não somos.

            Lamentavelmente nossa vida, única, pessoal e intransferível, se envereda pelos caminhos mais sombrios da mediocridade. Parafraseando Antonio Júlio Nastácia, se o cidadão/pessoa/indivíduo/sujeito nasce medíocre, cresce medíocre ele impreterivelmente morrerá medíocre. Podemos tentar nos enganar, mas nossa boçalidade não tem cura e não mente.