BACKWARD | A SIMPLICIDADE DO MUNDO VI


Uma morte encomendada por Alexandre foi o motivo para que Bernardo matasse não só Carlos, o encomendado, mas também Daniel e Evana seus irmãos que estavam juntos na hora do crime.
- Mataram seus filhos!
Quando Dr Fernando ficou sabendo da morte de seus filhos pela boca de Gertrudes, passou mal e foi levado às pressas para o consultório do Dr Haroldo que Teve êxito em salvar a vida deste pobre homem, agora sem filhos. Inês, a enfermeira, era irmã do assassino e foi informada por João que matasse o paciente.
-Mate-o!
Mas não teve tempo. Kalil, o Delegado, chegou a tempo para impedir o crime. Leonardo que não era de muita conversa, ficou sabendo da falha de sua esposa na clínica e resolveu ele mesmo executar o serviço. Mario deu cobertura, Nadir distraiu um guarda. Olavo ficou de fora, no carro. Tudo parecia ir bem, o sangue corria do pescoço e escoria até o braço do já defunto Pedro. Mataram a pessoa errada. Perto dali, um médico que não quis se identificar ligava para a polícia, que vinha em bastante número: os Soldados Rodrigo, Solano, Teodoro e Ubaldo já chegaram atirando. Em Uma das janelas deste prédio podia-se ver um paciente do setor psiquiátrico. Dizia
- Vou me jogar, ou não me chamo Valdemar!
Todos olhavam para o alto, a polícia não sabia se entrava ou se ficava do lado de fora para proteger o pobre louco. Wilson , o bombeiro, chegou com seus homens dizendo que um tal de XISMEN disse que havia um bomba no prédio.
-Um tal de XISMEN disse que havia uma bomba no prédio!
Antes que Zuléide gritasse alguma coisa, o prédio vinha abaixo, fogo, escombros, fumaça, mortos, todos.


Dias depois viram Alexandre e Bernardo tomando uma cerveja com um amigo, um tal de Queiroz.

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BACKWARD | A SIMPLICIDADE DO MUNDO VI


Uma morte encomendada por Alexandre foi o motivo para que Bernardo matasse não só Carlos, o encomendado, mas também Daniel e Evana seus irmãos que estavam juntos na hora do crime.
- Mataram seus filhos!
Quando Dr Fernando ficou sabendo da morte de seus filhos pela boca de Gertrudes, passou mal e foi levado às pressas para o consultório do Dr Haroldo que Teve êxito em salvar a vida deste pobre homem, agora sem filhos. Inês, a enfermeira, era irmã do assassino e foi informada por João que matasse o paciente.
-Mate-o!
Mas não teve tempo. Kalil, o Delegado, chegou a tempo para impedir o crime. Leonardo que não era de muita conversa, ficou sabendo da falha de sua esposa na clínica e resolveu ele mesmo executar o serviço. Mario deu cobertura, Nadir distraiu um guarda. Olavo ficou de fora, no carro. Tudo parecia ir bem, o sangue corria do pescoço e escoria até o braço do já defunto Pedro. Mataram a pessoa errada. Perto dali, um médico que não quis se identificar ligava para a polícia, que vinha em bastante número: os Soldados Rodrigo, Solano, Teodoro e Ubaldo já chegaram atirando. Em Uma das janelas deste prédio podia-se ver um paciente do setor psiquiátrico. Dizia
- Vou me jogar, ou não me chamo Valdemar!
Todos olhavam para o alto, a polícia não sabia se entrava ou se ficava do lado de fora para proteger o pobre louco. Wilson , o bombeiro, chegou com seus homens dizendo que um tal de XISMEN disse que havia um bomba no prédio.
-Um tal de XISMEN disse que havia uma bomba no prédio!
Antes que Zuléide gritasse alguma coisa, o prédio vinha abaixo, fogo, escombros, fumaça, mortos, todos.


Dias depois viram Alexandre e Bernardo tomando uma cerveja com um amigo, um tal de Queiroz.