Gim Argello é acusado de...

A brincadeira é muito simples, você pega o nome do seu candidato para as eleições de 2014 e joga no Google da seguinte forma: “Fulano de Tal é acusado de” . Verifique se a acusação tem procedência, se o site é de confiança, certifique-se das fontes e das provas. Pronto, você não vai mais reclamar que não existem opções para votar em 2014. Agora se você ficar com preguiça de fazer isso, faça como você vem fazendo, votando em qualquer um, votando no “menos pior”, votando nesse para aquele não ganhar, votando branco, votando nulo, não indo votar. Essa brincadeira é muito divertida, então a semana comessa com um típico parlamentar brasileiro.

Gim Argello

Gim: intocável
Gim: retiro
Depois do fracasso no plano de ser indicado a uma cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU) (Leia mais aqui e aqui), Gim Argello foi à procura de sossego em Trindade, município goiano conhecido pelo turismo religioso.
A turma do Congresso não perdoou. No plenário do Senado, seus aliados dizem que Gim errou. Um deles explica:
- Deveria ter ido antes do processo de indicação para o TCU, não depois, quando a vaca já foi para o brejo.

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/tag/gim-argello/


Senador Gim Argello é denunciado por peculato e dispensa indevida de licitação


Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou denúncia envolvendo o senador Gim Argello (PTB-DF) ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de cometer crime de peculato e de dispensa indevida de licitação na época em que ocupava a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 2002.
O inquérito chegou ao STF em dezembro de 2010 e aguardava manifestação da Procuradoria-Geral da República desde outubro de 2011. No documento apresentado ao STF, Gurgel conclui que o senador participou da contratação irregular da empresa Ctis para fornecimento de equipamentos de informática para o Legislativo do DF, resultando em prejuízo de pelo menos R$ 1,6 milhão aos cofres públicos.
De acordo com Gurgel, Argello autorizou a locação dos equipamentos com preço superior ao praticado no mercado. A solução foi considerada inadequada para as necessidades de informática da Câmara, que poderia ter comprado os aparelhos por um valor menor.
Posteriormente, o político ainda autorizou a rescisão de contrato perto do vencimento, resultando em novo prejuízo para o órgão. Os aparelhos já defasados acabaram ficando com a Câmara, resultando, na prática, em uma compra com dispensa de licitação.  De acordo com Gurgel, os elementos do processo apontam para a existência “de verdadeiro conluio entre o denunciado e os demais envolvidos” no intuito de favorecer a empresa.
O processo está sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, responsável por levar a denúncia ao plenário. Se os ministros entenderem que há indícios suficientes de crime, uma ação penal é aberta e Argello passa a ser réu. A pena para o crime de peculato é de dois a 12 anos de prisão e multa. Para o crime de dispensa indevida de licitação, a punição varia entre três e cinco anos mais multa.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-07-31/senador-gim-argello-e-denunciado-por-peculato-e-dispensa-indevida-de-licitacao

Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/04/1437274-senado-pode-acelerar-indicacao-de-gim-ao-tcu-para-garantir-vaga-ao-senador.shtml
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Gim Argello é acusado de...

A brincadeira é muito simples, você pega o nome do seu candidato para as eleições de 2014 e joga no Google da seguinte forma: “Fulano de Tal é acusado de” . Verifique se a acusação tem procedência, se o site é de confiança, certifique-se das fontes e das provas. Pronto, você não vai mais reclamar que não existem opções para votar em 2014. Agora se você ficar com preguiça de fazer isso, faça como você vem fazendo, votando em qualquer um, votando no “menos pior”, votando nesse para aquele não ganhar, votando branco, votando nulo, não indo votar. Essa brincadeira é muito divertida, então a semana comessa com um típico parlamentar brasileiro.

Gim Argello

Gim: intocável
Gim: retiro
Depois do fracasso no plano de ser indicado a uma cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU) (Leia mais aqui e aqui), Gim Argello foi à procura de sossego em Trindade, município goiano conhecido pelo turismo religioso.
A turma do Congresso não perdoou. No plenário do Senado, seus aliados dizem que Gim errou. Um deles explica:
- Deveria ter ido antes do processo de indicação para o TCU, não depois, quando a vaca já foi para o brejo.

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/tag/gim-argello/


Senador Gim Argello é denunciado por peculato e dispensa indevida de licitação


Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentou denúncia envolvendo o senador Gim Argello (PTB-DF) ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de cometer crime de peculato e de dispensa indevida de licitação na época em que ocupava a presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal, em 2002.
O inquérito chegou ao STF em dezembro de 2010 e aguardava manifestação da Procuradoria-Geral da República desde outubro de 2011. No documento apresentado ao STF, Gurgel conclui que o senador participou da contratação irregular da empresa Ctis para fornecimento de equipamentos de informática para o Legislativo do DF, resultando em prejuízo de pelo menos R$ 1,6 milhão aos cofres públicos.
De acordo com Gurgel, Argello autorizou a locação dos equipamentos com preço superior ao praticado no mercado. A solução foi considerada inadequada para as necessidades de informática da Câmara, que poderia ter comprado os aparelhos por um valor menor.
Posteriormente, o político ainda autorizou a rescisão de contrato perto do vencimento, resultando em novo prejuízo para o órgão. Os aparelhos já defasados acabaram ficando com a Câmara, resultando, na prática, em uma compra com dispensa de licitação.  De acordo com Gurgel, os elementos do processo apontam para a existência “de verdadeiro conluio entre o denunciado e os demais envolvidos” no intuito de favorecer a empresa.
O processo está sob relatoria do ministro Gilmar Mendes, responsável por levar a denúncia ao plenário. Se os ministros entenderem que há indícios suficientes de crime, uma ação penal é aberta e Argello passa a ser réu. A pena para o crime de peculato é de dois a 12 anos de prisão e multa. Para o crime de dispensa indevida de licitação, a punição varia entre três e cinco anos mais multa.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir o material é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-07-31/senador-gim-argello-e-denunciado-por-peculato-e-dispensa-indevida-de-licitacao

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