BACKWARD | Um Estranho que chegou na cidade.


Se liga nos nomes escolhidos para essa trama de suspense, parece até uma novelinha mexicana, texto em vermelho e ainda tinha uma imagem de cemitério,muito 13 anos de idade. Não dá para não ler com a voz do Marcelo Rezende.




Karla era uma garota que tinha poucos amigos, porém os poucos que tinha, era o suficiente para se sentir querida.
Ela era um tanto estranha, saia todas as noites, não para ir em festas ou assistir filmes no cinema, mas para ir até o cemitério e beber com seus únicos dois colegar próximos.
Rodrigo e Roberto eram irmãos que todos os dias faziam as mesmas coisas que Karla fazia, achavam que Karla era sua irma.
Como Karla morava numa pequena cidade e os fatos se espalham como um rastro de pólvora, todos ficaram sabendo da chegada de um estranho homem que de dia dormia no cemitério e a noite saia para beber sozinho nos bares da cidade.
Karla logo se interessou. Quem seria aquele homem a que ela já tinha visto e sentido uma estranha atração?
- Sera que ele é um vampiro?- perguntou Rodrigo
- Acho que não - respondeu Karla, torcendo para que fosse.
Eles estavam sentados em cima do túmulo da Baronesa de Itanhaém. Neste momento a lua desapareceu do céu e a chuva aguardada pelos adolescentes começou a cair. Roberto e Rodrigo foram embora. Karla ficou no cemitério para esperar o estranho homem.
- Hei garota! - chamou o estranho homem
- O que quer?
- Você - o estranho homem a agarrou e ela entregou-se. Ela lambeu seu pescoço e cravou os caninos na grossa jugular do estranho homem, que caiu no chão sem nenhum espasmo de vida. Karla deliciou se com a doçura do sangue daquele estranho homem.
- Nem tive tempo de perguntar seu nome... 

28 de Outubro de 2005 

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BACKWARD | Um Estranho que chegou na cidade.


Se liga nos nomes escolhidos para essa trama de suspense, parece até uma novelinha mexicana, texto em vermelho e ainda tinha uma imagem de cemitério,muito 13 anos de idade. Não dá para não ler com a voz do Marcelo Rezende.




Karla era uma garota que tinha poucos amigos, porém os poucos que tinha, era o suficiente para se sentir querida.
Ela era um tanto estranha, saia todas as noites, não para ir em festas ou assistir filmes no cinema, mas para ir até o cemitério e beber com seus únicos dois colegar próximos.
Rodrigo e Roberto eram irmãos que todos os dias faziam as mesmas coisas que Karla fazia, achavam que Karla era sua irma.
Como Karla morava numa pequena cidade e os fatos se espalham como um rastro de pólvora, todos ficaram sabendo da chegada de um estranho homem que de dia dormia no cemitério e a noite saia para beber sozinho nos bares da cidade.
Karla logo se interessou. Quem seria aquele homem a que ela já tinha visto e sentido uma estranha atração?
- Sera que ele é um vampiro?- perguntou Rodrigo
- Acho que não - respondeu Karla, torcendo para que fosse.
Eles estavam sentados em cima do túmulo da Baronesa de Itanhaém. Neste momento a lua desapareceu do céu e a chuva aguardada pelos adolescentes começou a cair. Roberto e Rodrigo foram embora. Karla ficou no cemitério para esperar o estranho homem.
- Hei garota! - chamou o estranho homem
- O que quer?
- Você - o estranho homem a agarrou e ela entregou-se. Ela lambeu seu pescoço e cravou os caninos na grossa jugular do estranho homem, que caiu no chão sem nenhum espasmo de vida. Karla deliciou se com a doçura do sangue daquele estranho homem.
- Nem tive tempo de perguntar seu nome... 

28 de Outubro de 2005