Sobre quem se preucupa mais com a segurança do que com a higiene

Ele era magro de cabelo cheio, usava um oculos de armação grossa. Gostava muito de ler, lia muita na rua. Saia de casa ia até até uma grande avenida, sentava-se num ponto de onibus e lia. Se tivesse fome voltava para casa, ia num restaurante ou num bar. Isso acontecia se tivesse vontade ir ao banheiro. seja qual fosse o motivo. Foi aí que um dia sem que percebesse segurou sua vontade para acompanhar cada pedacinho do livro que lia. até que despertado pela dor em seu ventre correu até o lugar mais próximo que tivesse um sanitário em boas condições higiênicas de uso. Como estava de frente ao shopping não achou um absurdo entrar, passar pelas lojas, atravessar a praça de alimentação para chegar ao sanitário. Achou mesmo um absurdo ter que pagar 1 real pelo uso do mesmo.

Quando entrou no banheiro sem ter pego o troco do seu ingresso, deparou-se com dois homens fortes que pararam de conversar para olhar para ele. Os homens o examinavam. Quem visse estes homens na rua dificilmente diria alguma coisa sobre sua sexualidade que não a de heterossexuais, mas pra quem entrou em um banheiro masculino e cenas como esta vai guardar os rostos destes homens para o resto da vida. Os homens o examinavam. haviam duas cabines, ambas com vasos brancos, todos muito limpos, Nosso herói entrou na primeira cabine que viu e sentou-se no vaso. foi fechar a porta tentou , mas não conseguiu. A porta desta cabine não tinha trinco - Odeio porta de banheiro sem trinco! - Pensou quase me voz alta. Saiu discreta mente como se não tivesse se sentido bem naquela cabine, e fora verdade. Entrou na outra cabine estava com a vontade por demais contraindo seu ventre. Olhou para a porta e viu reluzente, novo, firme e cromado. Um trinco de metal grande e imponente. sentiu-se aliviado sem te-lo feito. Olhou para os lados, parou um pouco para ouvir os ruidos que aqueles dois homens faziam , apenas cochichos. respirou o ar eucalipto que tem em todo banheiro (limpo).

Aliviava, expurgava sem fazer um único ruído. Ouvia passos, aqueles homens foram embora , alivio em todos os sentidos. Foi se limpar, mas antes de entrar na cabine não verificou se havia um único pedacinho de pepel higiênico.



Inspirado em Não Sobre o Amor
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Sobre quem se preucupa mais com a segurança do que com a higiene

Ele era magro de cabelo cheio, usava um oculos de armação grossa. Gostava muito de ler, lia muita na rua. Saia de casa ia até até uma grande avenida, sentava-se num ponto de onibus e lia. Se tivesse fome voltava para casa, ia num restaurante ou num bar. Isso acontecia se tivesse vontade ir ao banheiro. seja qual fosse o motivo. Foi aí que um dia sem que percebesse segurou sua vontade para acompanhar cada pedacinho do livro que lia. até que despertado pela dor em seu ventre correu até o lugar mais próximo que tivesse um sanitário em boas condições higiênicas de uso. Como estava de frente ao shopping não achou um absurdo entrar, passar pelas lojas, atravessar a praça de alimentação para chegar ao sanitário. Achou mesmo um absurdo ter que pagar 1 real pelo uso do mesmo.

Quando entrou no banheiro sem ter pego o troco do seu ingresso, deparou-se com dois homens fortes que pararam de conversar para olhar para ele. Os homens o examinavam. Quem visse estes homens na rua dificilmente diria alguma coisa sobre sua sexualidade que não a de heterossexuais, mas pra quem entrou em um banheiro masculino e cenas como esta vai guardar os rostos destes homens para o resto da vida. Os homens o examinavam. haviam duas cabines, ambas com vasos brancos, todos muito limpos, Nosso herói entrou na primeira cabine que viu e sentou-se no vaso. foi fechar a porta tentou , mas não conseguiu. A porta desta cabine não tinha trinco - Odeio porta de banheiro sem trinco! - Pensou quase me voz alta. Saiu discreta mente como se não tivesse se sentido bem naquela cabine, e fora verdade. Entrou na outra cabine estava com a vontade por demais contraindo seu ventre. Olhou para a porta e viu reluzente, novo, firme e cromado. Um trinco de metal grande e imponente. sentiu-se aliviado sem te-lo feito. Olhou para os lados, parou um pouco para ouvir os ruidos que aqueles dois homens faziam , apenas cochichos. respirou o ar eucalipto que tem em todo banheiro (limpo).

Aliviava, expurgava sem fazer um único ruído. Ouvia passos, aqueles homens foram embora , alivio em todos os sentidos. Foi se limpar, mas antes de entrar na cabine não verificou se havia um único pedacinho de pepel higiênico.



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