Chuvinha

De manha uma chuvinha me dizia que eu era o homem mais feliz do mundo, me dizia que era só olhar para o lado e ver que casa coisa, cada móvel, cada pedacinho de coisa era um significado da felicidade que em meu coração de balde pingava a cada dia e enchia milímetro por milímetro.

Chovia lá fora e eu não ficava triste, ficava feliz por ver aquela chuva tão diferente, tão bonita, uma chuva que nunca tinha visto.

Lá fora não havia trovões, nem enchente, nem raios, nem escuridão , apenas um refrescar de pessoas alegres e felizes que pulavam e cantavam com seus sorrisos abertos.


Minha porta, entreaberta, deixava entrar sorrateira uma luzinha como se fosse uma borboleta ou outro inseto qualquer.


Do meu lado na cama uma libélula, gigante, maior que eu, dormia ao meu lado, ressonava e de vez em quando abria um pouquinho os olhos, falava coisinhas e sorria.


Do meu gardaroupa eu ouvia um ronronar de dois pequenos namorados que eram do tamanho do meu dedo mindinho. Fazia um ano que eles ronronavam lá.

Meus dedos dos pés me olhavam com felicidade que os pés roçavam um no outro. É tão bom ver carinhos de pés. Eles ficam sorrindo e descontam na gente essa felicidade em cocegas.


O Colchão fica feliz e nos abraçar todas a noites.


O teto olhando para nós com aquele sorrisão alegre, da gosto de ver, raramente a gente olha para o teto, mas mesmo assim ele não fica chateado, sabe que esta questão e circunstancial. não podemos ficar olhando para o teto o tempo todo. E outra coisa. Todos nós sabemos que o Teto é mais bonito a noite


Pela janela que abria um sorriso enorme eu via o Céu. E aquele céu se mostrava para mim sem nuvens. Chovia. Chovia uma chuvinha Azul.
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Chuvinha

De manha uma chuvinha me dizia que eu era o homem mais feliz do mundo, me dizia que era só olhar para o lado e ver que casa coisa, cada móvel, cada pedacinho de coisa era um significado da felicidade que em meu coração de balde pingava a cada dia e enchia milímetro por milímetro.

Chovia lá fora e eu não ficava triste, ficava feliz por ver aquela chuva tão diferente, tão bonita, uma chuva que nunca tinha visto.

Lá fora não havia trovões, nem enchente, nem raios, nem escuridão , apenas um refrescar de pessoas alegres e felizes que pulavam e cantavam com seus sorrisos abertos.


Minha porta, entreaberta, deixava entrar sorrateira uma luzinha como se fosse uma borboleta ou outro inseto qualquer.


Do meu lado na cama uma libélula, gigante, maior que eu, dormia ao meu lado, ressonava e de vez em quando abria um pouquinho os olhos, falava coisinhas e sorria.


Do meu gardaroupa eu ouvia um ronronar de dois pequenos namorados que eram do tamanho do meu dedo mindinho. Fazia um ano que eles ronronavam lá.

Meus dedos dos pés me olhavam com felicidade que os pés roçavam um no outro. É tão bom ver carinhos de pés. Eles ficam sorrindo e descontam na gente essa felicidade em cocegas.


O Colchão fica feliz e nos abraçar todas a noites.


O teto olhando para nós com aquele sorrisão alegre, da gosto de ver, raramente a gente olha para o teto, mas mesmo assim ele não fica chateado, sabe que esta questão e circunstancial. não podemos ficar olhando para o teto o tempo todo. E outra coisa. Todos nós sabemos que o Teto é mais bonito a noite


Pela janela que abria um sorriso enorme eu via o Céu. E aquele céu se mostrava para mim sem nuvens. Chovia. Chovia uma chuvinha Azul.