O que ela achava de mim?

O que ela acha de mim? ele estava um tanto nervoso. olhou os sapatos para ver se o brilho ainda reluzia. olhou para o relógio que marcava nove e quinze. acusando o atraso de sua convidada. olhou nervoso para o garçon que perguntara se gostaria de mais alguma coisa. respondera um não um tanto seco e pegou o jornal de ontem para mostrar que estava ocupado. novamente olhou o relógio. olhou para a mesa do lado onde estava um casal de velhos, por volta dos seus 60 anos. o homem tinha cabelos brancos, e a roupa quase que de época. a senhora de boa postura usara um vestido costurado a anos. dava para ver . as mãos juntas unia as algemas do amor que haviam colocado quando eram jovens. sentiu inveja coberta com esperança. ouviu a porta principal se abrir, será que era ela? não, era um homem mal encarado com jaqueta de motoqueiro. sentou próximo a porta. olhou de novo para o relógio. nove e vinte e cinco. leu mais uma vez o jornal, interessou se por um noticia sobre politica, será que ela gostava de falar sobre politica? ela sentou se a mesa dizendo - como eu odeio o prefeito dessa cidade! deve ser mais um corrupto - que imaginaçaõ fertíl.
olhou para o garçon que lhe sorriu amigavelmente. ela aceitou o jatar no momento em que convidara. não pestanejou , nem titubeou. para ele isso era estranho e novo mais uma vez a porta se abrira. olhou engatilhando um sorriso. era um homem forte e negro engatilhando o revolver. - isso é um assalto todo mundo pro chão! pro chão!- o senhor de jaqueta de motoqueiro levantou e disse - ai, ninguém ta de brincadeira aqui não! - ele assustou se mas sabiamente abaixou se baixo da mesa. onde só ouvia os gritos , os tiros e a fuga. um ultimo tiro acertou um mulher na calçada.
ele foi em desespero ver, para ter certeza, que era ela. sua convidada morrera banalmente com um tiro na cabeça. não chorou. nem demonstrou tristeza, apenas a duvida. O que ela achava de mim?
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O que ela achava de mim?

O que ela acha de mim? ele estava um tanto nervoso. olhou os sapatos para ver se o brilho ainda reluzia. olhou para o relógio que marcava nove e quinze. acusando o atraso de sua convidada. olhou nervoso para o garçon que perguntara se gostaria de mais alguma coisa. respondera um não um tanto seco e pegou o jornal de ontem para mostrar que estava ocupado. novamente olhou o relógio. olhou para a mesa do lado onde estava um casal de velhos, por volta dos seus 60 anos. o homem tinha cabelos brancos, e a roupa quase que de época. a senhora de boa postura usara um vestido costurado a anos. dava para ver . as mãos juntas unia as algemas do amor que haviam colocado quando eram jovens. sentiu inveja coberta com esperança. ouviu a porta principal se abrir, será que era ela? não, era um homem mal encarado com jaqueta de motoqueiro. sentou próximo a porta. olhou de novo para o relógio. nove e vinte e cinco. leu mais uma vez o jornal, interessou se por um noticia sobre politica, será que ela gostava de falar sobre politica? ela sentou se a mesa dizendo - como eu odeio o prefeito dessa cidade! deve ser mais um corrupto - que imaginaçaõ fertíl.
olhou para o garçon que lhe sorriu amigavelmente. ela aceitou o jatar no momento em que convidara. não pestanejou , nem titubeou. para ele isso era estranho e novo mais uma vez a porta se abrira. olhou engatilhando um sorriso. era um homem forte e negro engatilhando o revolver. - isso é um assalto todo mundo pro chão! pro chão!- o senhor de jaqueta de motoqueiro levantou e disse - ai, ninguém ta de brincadeira aqui não! - ele assustou se mas sabiamente abaixou se baixo da mesa. onde só ouvia os gritos , os tiros e a fuga. um ultimo tiro acertou um mulher na calçada.
ele foi em desespero ver, para ter certeza, que era ela. sua convidada morrera banalmente com um tiro na cabeça. não chorou. nem demonstrou tristeza, apenas a duvida. O que ela achava de mim?